19 de Abril, 2006
Holderlin -- Traduzido por Carlos Marques Queiroz
Sócrates e Alcibíades
Porque honras, sagrado Sócrates, sempre Este jovem? Não conheces nada maior? Porque olha o teu olhar Com amor, como a deuses?
Quem pensou o mais fundo ama o mais vivo, Entende a juventude sublime quem o mundo observou, E é frequente inclinarem-se ao fim Os sábios para o Belo.
Holderlin -- Traduzido por Carlos Marques Queiroz
in revista DiVersos N.° 3
Enviado por Amélia Pais- http://barcosflores.blogspot.com/
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Por lobitogabriel - 19 de Abril, 2006, 23:44, Categoría: poesia
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BUENOS AIRES Y EL 75 ANIVERSARIO DE LA REPUBLICA
Ciclo de Conferencias - Centro Betanzos de Buenos Aires
 Centro Betanzos de Buenos Aires
Ciclo de conferencias
75 aniversario de la proclamación de la República Española
Brigadas Internacionales (Argentinos en España)
Disertantes : Juan Carlos Cesarini - Investigador
La Guerra Civil Española - Una historia personal
Disertante : Benjamín García Holgado - Abogado, Sociólogo, Historiador.
Disertante : Adolfo Roig - Miembro del Instituto Histórico del Partido de Morón
Centro Betanzos de Buenos Aires
4381-1741
envio ines holgado garcia
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Por lobitogabriel - 19 de Abril, 2006, 23:39, Categoría: periodico
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michel collon, La imagen de los franceses
BREVE DE NET :
La imagen de los franceses MICHEL COLLON
« Francia es un país socialista», « Los franceses se pasan todo el tiempo de vacaciones » et « Los jóvenes manifestantes contra el CPE esperan que el gobierno les encuentre un trabajo en vez de buscarlo ellos». Oído, tal cual, de unos jóvenes cuadros neoyorquinos, en un reportaje de Arte la semana pasada.
Pero, entonces, ¿qué imagen fantasiosa dan los medios de comunicación estadounidenses de los franceses? Esto es lo que se preguntarán sin duda quienes conocen bien la Francia real .
Buena pregunta. He aquí otra aún mejor... ¿Cuánto vale la imagen que estos medias estadounidenses, pero también franceses, nos han aportado a propósito de otros países demonizados en estos últimos años?
+ + + + +
« ¡Cuando veo lo que dicen los medios de comunicación de mi país que conozco bien, me digo que no debo creer nada de lo que dicen de otros que no conozco ! » (Ernesto Cardenal, ministro progresista de Nicaragua, agredida económicamente, militarmente y mediáticamente en los años ochenta)
18 de abril de 2006 Otros "Breves de Net" (en francés) en : http://www.michelcollon.info/archives_articles.php?log=breves (Traducido del francés por Beatriz Morales Bastos
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Por lobitogabriel - 19 de Abril, 2006, 23:38, Categoría: periodico
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chico buarque, brasil
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Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo..... Isto é carência.
Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar... Isto é saudade.
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes, para realinhar os pensamentos... Isto é equilíbrio.
Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente para que revejamos a nossa vida... Isto é um princípio da natureza.
Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado... Isto é circunstância.
Solidão é muito mais do que isto.
Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa alma.
(Francisco Buarque de Holanda)
envio rui mendes
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Por lobitogabriel - 19 de Abril, 2006, 23:32, Categoría: poesia
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el ingles en baja?- en portugues
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Os negócios não falam só inglês Línguas como o espanhol e o chinês ganham espaço no cenário mundial
(J. Ramón González Cabezas)
O inglês é o idioma dos negócios, mas em breve não será tudo na economia global, segundo prevê um relatório do British Council. Somente o ensino da língua de Shakespeare arrecada para o Reino Unido por ano em exportações intangíveis cerca de 1,8 bilhão de euros (cerca de R$ 4,7 bilhões), aos quais se somam 14 bilhões (cerca de R$ 36,5 bilhões) em outras exportações relacionadas à bem-cotada educação britânica. Os números ilustram a hegemonia mundial do inglês, especialmente no âmbito financeiro e tecnológico, mas esse cenário cederá em benefício de outras línguas de peso econômico e cultural crescente, como o chinês e o espanhol.
A necessidade de aprender outras línguas estrangeiras já é vista como um fenômeno inexorável. As vantagens competitivas que falar inglês trouxe historicamente diminuirão na medida em que se consuma como instrumento de comunicação universal e diminui a necessidade de conhecer as línguas das potências emergentes. Uma mostra desse fenômeno são as mais de 2.000 pessoas, na maioria jovens empresários e executivos, que têm aulas de mandarim em Barcelona, segundo informou esta seção em fevereiro.
A hegemonia do inglês tem os dias contados. Esse é, de modo geral, o horizonte que traça o relatório sobre o futuro do inglês no mundo --"English Next"-- realizado para o British Council pelo pesquisador David Graddol. Em seu primeiro estudo em 1997 sobre o futuro da antiga língua imperial ("The future of English?"), Graddol previa que o crescimento da China teria um impacto significativo no mundo de influência inglesa, e que países como Índia, onde o inglês é usado amplamente como segundo idioma, terão um papel crucial.
"Outras línguas já estão desafiando o predomínio do inglês, especialmente o mandarim e o espanhol, que se tornaram importantes a ponto de influir nas prioridades políticas e nos recursos educacionais de alguns países", indica Graddol, citando a decisão do Brasil de introduzir o espanhol como alternativa para o inglês no ensino público.
"O inglês não é de modo algum a única língua nos negócios globais", sentencia o British Council. Embora o inglês seja claramente majoritário, o estudo explica que em 2010 só abrangerá 28,2% do PIB mundial, contra 22,8% do chinês, 5,6% do japonês e 5,2% do espanhol. O virtual declínio do inglês como idioma global único e a forte ascensão dos idiomas estratégicos das novas potências demográficas e econômicas também é visível nas tecnologias da informação. O inglês domina o universo dos computadores e da Internet, mas a situação evolui. "Pode ter sido verdade nos primeiros dias da era tecnológica, mas no futuro a carência do inglês já não será a barreira que foi antes", observa Graddol.
O informe do British Council cita um estudo do jornal eletrônico catalão VilaWeb, que em 2001 reduziu para 68% o volume de páginas da web em inglês, quando outro relatório feito dois anos antes estimava que eram 85%. "A próxima revolução da Internet não será em inglês", afirmou um recente estudo da companhia Byte Level Research.
"Embora a importância do inglês na Internet não diminua, outras línguas como o chinês, russo, espanhol e português estão se tornando proporcionalmente mais importantes", escreve o autor de "English Next". "O que começou como um fenômeno anglófono se transformou rapidamente em um assunto multilíngüe", conclui Graddol, que salienta o florescimento de línguas minoritárias na rede. A recente introdução do domínio .cat (catalão) ilustra esse fato.
O relatório do British Council salienta que a chave em longo prazo do futuro do inglês como idioma global está na Índia e na China. "Seu crescimento econômico pode lhes devolver a condição de superpotências econômicas que tinham antes do século 19, e isso também mudará nossa percepção da importância relativa das línguas no mundo." O relatório salienta que o setor de serviços da China foi subvalorizado e talvez supere até 40% do PIB, com o que isso envolve pelo peso da comunicação e da língua nesse setor em relação ao manufatureiro.
"Há sinais de que o predomínio global do inglês pode diminuir num futuro próximo", admite o presidente do British Council, Neil Kinnock. O antigo líder trabalhista salienta que as mudanças econômicas, tecnológicas e culturais podem começar a "rebaixar a posição da liderança do inglês no mercado mundial", apesar de que pelo menos um terço da população mundial (2 bilhões) ainda falará inglês daqui a dez anos.
La Vanguardia, Barcelona, 18 abr. 2006. envio rui mendes
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Por lobitogabriel - 19 de Abril, 2006, 23:31, Categoría: periodico
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gabriel impaglione. preguntas a pablo neruda
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Gabriel Impaglione
Argentina
Preguntas a Pablo Neruda
en el centenario de su nacimiento
"Cuándo se dicta bajo tierra
la designación de la rosa?"
Pablo Neruda, Libro de las Preguntas.
Enero es un pedazo de brasa extraviada
que inaugura el ciclo del agua?
Es verdad que los ingleses no saltan?
Los presidentes estan exentos de subir a los colectivos?
Porqué a veces cuando duele el alma se ríe la poesía?
Cómo no hay empleo si sobra el trabajo?
Un obrero de la ford
vale menos que un auto?
El albañil que levanta maravillas vive en una casa
sin reboques? Tiene ventana de mirar vecino?
Es que los barrenderos llevan la tierra del centro
de las ciudades para que reviva en las orillas?
Tiene esa mujer un hombre en su brazo
o una cartera?
Quién se anima a jurar que el Che ha muerto?
Y por cierto, querido Pablo, Miguel y Federico?
Doblan las campanas?
Vale más un hombre o la palabra?
O un hombre de palabra?
Se desgaja de risa el niño con su guiso
o es el guiso que suelta carcajadas de justicia?
Es que quien se va tenía patria
o la patria es virtud en vías de extinción?
Sabe la historia si alguna vez, el mundo,
respiró libre de imperios y traidores?
Es la luna el jazmín más próximo al abrazo?
Acabará en la cárcel también el silencio cómplice?
Es que hay muchos gatos o los pájaros no mueren?
Se desprendió un retazo constelado
o un niño trazó su mapa de la noche con un dedo?
Qué sucedería si en los hospitales
se dejase de administrar amor en generosas dosis?
Cuándo entenderá el hombre que la mujer lleva
la gota de zumo del mundo entre sus labios?
Regresa un navío?
Porqué los ministerios de Economía
son más importantes que los ministerios de Cultura?
Dónde se acaban las preguntas? Entonces callo,
o a veces las respuestas son un hueco inútil en la boca?
Porqué la poesía, Neftalí Reyes, compañero,
entre los escombros como una rosa indomable?
(De: "Prensa Callejera", Colección Poeta Joaquín Gianuzzi, Editado por La Luna Que, BsAs, nov. 2004.)
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Por lobitogabriel - 19 de Abril, 2006, 6:59, Categoría: poesia
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Abdul H. Sadoun- irak
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Abdul H. Sadoun
poeta iraquí radicado en España
El hotel de Borges
En sus esquinas hay cuerpos de toros,
algunos con cabezas humanas.
Y en sus dormitorios
todavía criados medievales.
Es el hotel que tiene su nombre.
Viajero, llego a la esquina de los toros
y sin aliviar mi fatiga,
sin esperar otro naufragio,
descubro que lo llaman Borges,
ofrece el nombre.
Es su hotel, Borges,
se esquina en la antigua Lisboa,
está allí
aunque nada saben
de su nombre.
Cuidan la estatua de Ricardo Reis
o su sombrero
mientras hablan;
quizás imaginen
que mis gafas
son como las de Ricardo Reis.
El peligro, dicen, cuando avanza
no distingue.
Ellos no ven la arteria de sus manos
luchar contra el relámpago
en las habitaciones del relámpago,
donde las señoritas dicen "señor"
y los ascensores aguardan nuestros pasos,
quietos como unicornios domesticados.
Puede que todo se le parezca
menos este hotel
que nombran Borges.
A cada momento
me ilusiona que pueda entrar
o salir,
pero se trata sólo de unas habitaciones misteriosas,
de un edificio que se acoda en el viento,
Borges con una máscara diferente.
Una placa de cobre a la entrada,
encima del edificio,
es quien señala su nombre.
No he vivido en este hotel,
cruzo con pasos tranquilos
pensando en los sueños de la próxima
noche
o la siguiente.
Al fin del viaje,
esquivando a los porteros,
su largo camino,
veo a María Kodama, el pelo de plata,
atraviesa el umbral.
La llamo arqueando los dedos.
-Acércate, también, dice,
quizás viene enseguida,
quizás te vea.
Pero él no entiende
de los edificios
ni de las esquinas,
aunque una placa de cobre
aquí arriba
señale su nombre.
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Por lobitogabriel - 19 de Abril, 2006, 6:58, Categoría: poesia
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federico garcia lorca, españa
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Federico García Lorca
España
(de: Poeta en Nueva York / 1929 - 1930)
Los negros
Norma y paraíso de los negros
Odian la sombra del pájaro
sobre el pleamar de la blanca mejilla
y el conflicto de luz y viento
en el salón de la nieve fría.
Odian la flecha sin cuerpo,
el pañuelo exacto de la despedida,
la aguja que mantiene presión y rosa
en el gramíneo rubor de la sonrisa.
Aman el azul desierto,
las vacilantes expresiones bovinas,
la mentirosa luna de los polos.
la danza curva del agua en la orilla.
Con la ciencia del tronco y el rastro
llenan de nervios luminosos la arcilla
y patinan lúbricos por aguas y arenas
gustando la amarga frescura de su milenaria saliva.
Es por el azul crujiente,
azul sin un gusano ni una huella dormida,
donde los huevos de avestruz quedan eternos
y deambulan intactas las lluvias bailarinas.
Es por el azul sin historia,
azul de una noche sin temor de día,
azul donde el desnudo del viento va quebrando
los camellos sonámbulos de las nubes vacías.
Es allí donde sueñan los torsos bajo la gula de la hierba.
Allí los corales empapan la desesperación de la tinta,
los durmientes borran sus perfiles bajo la madeja de los caracoles
y queda el hueco de la danza sobre las últimas cenizas.
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Por lobitogabriel - 19 de Abril, 2006, 6:57, Categoría: poesia
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edgard bayley. argentna
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Edgard Bayley
Argentina
Aquí
es tiempo de cambiar el sueño
de librar las mañanas
la transparencia renovada
de vivir entre todos
es tiempo de perder las llanuras
de volver al eco de nuestra luz semejante
tiempo de razonar
bajo el horizonte ganado por el amor y el mundo.
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Por lobitogabriel - 19 de Abril, 2006, 6:56, Categoría: poesia
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jorge boccanera, argentina
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Jorge Boccanera
Argentina
Bésale las piernas a la poesía
bésale las piernas a la poesía
aunque diga que no /que aquí nos pueden ver
bésale las palabras hurga su lengua/ hasta
que abra los brazos y diga¡Santo Dios!
o hasta que santodios abra los brazos de escándalo
bésale a la poesía a la loba
aunque diga que no que hay mucha gente que aquí
nos pueden ver/ bésale las piernas las palabras
hasta que no dé más hasta que pida más
hasta que cante.
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Por lobitogabriel - 19 de Abril, 2006, 6:55, Categoría: poesia
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